A nação. Recuperado Em 20 Outubro 2019

Tyler Shields (vinte e oito de abril de 1982, Jacksonville, Florida) é um fotógrafo e diretor estadunidense, conhecido por sua imagem provocante. Shields ganhou fama em junho de 2017 por uma fotografia de o comediante Kathy Griffin segurando um busto que parece o cabo carente de Donald Trump. Shields é conhecido como o “fotógrafo favorito de Hollywood”.

Shields usou as ideias de sexo, da morte, da carne, da obsessão, os pesadelos, e a fantasia para procurar a particularidade da situação humana. Para afirmar o que foi apresentado em diversas séries de fotografias. Em janeiro de 2016, a revista Vanity Fair apresentou novas das fotografias dos Escudos que são emitidos em Colton Haynes e Emily Bett. Em sua série de 2014 “Provocateur” havia um crocodilo mordendo uma bolsa de pele de crocodilo e, em outra imagem da mesma série, “Three Witches”, foi incluída como divisão do leilão de Sotherby em Londres. Esta não foi a única de tuas fotos, que foi leiloada, uma vez que sua fotografia “Coelho” bem como apareceu no leilão de Phillip, bem como em Londres.

Shields escreveu dois livros de fotografia. Tuas obras frequentemente é filiado a imagens de brutalidade e perigo. Shields recolheu o sangue de vinte celebridades pra fazer uma peca pela tua exibição aos Anjos “Life is not a Fairytale” e assim como fotografou a Lindsay Lohan como uma vampira, para esta exibição.

  • Tingir de loiro, sem ter em conta a opinião de um especialista
  • Eric Eylands: assistente
  • Retire o óleo na pele
  • 2004: A potência do destino
  • Josef Ressel patenteou uma hélice propulsora pra barcos.[175]

Agora, frequentemente acusado de frivolidade e superficialidade, de pretender exaltar o mesmo mundo que critica. O projeto “The Dirty Side of Glamour”, foi feito pela América em 2013. Situa-Se no âmbito da fotografia contemporânea, especialmente na fotografia de retratos e de crítica social.

Pertence ao movimento Postmodernista, com influências da Pop Art e se trata de fotografia digital impressa nas cores. Shields costuma ter preferência por câmeras Hasselblad e o objetivo que usa é muito variável de acordo com o que se quer noticiar. O assunto social que rodeia estas imagens é a sabedoria do mundo das celebridades, como luxuoso, invejável e perceptivamente genial, como esta de com um enorme culto ao organismo.

Bem como executam cota desse contexto, o atual universo condicionado pelo capitalismo, em que o consumismo está muito presente. Desta maneira, Shields oferece espaço a todos estes aspectos em sua obra, dando-lhe uma visão crítica e fantástico. Podemos afirmar que as fotografias de Tyler Shields estudadas, predomina uma interpretação puramente frontal e plano, em alguns casos com uma angulação picada. Seu ritmo interno poderia corresponder ao termo “parado no tempo”, isto é, que a maioria de tuas obras são fotografias de uma pessoa capturada no mesmo instante em que está fazendo uma ação. Esse episódio nos transmite uma sensação de dilatação do tempo, de um movimento nunca acabado de completar, sempre aberto, infinito.

É ilustre a distribuição de pesos nas diferentes fotografias, com uma centralidade procurada graças à lei dos terços. Normalmente observa-se como uma figura central (celebridade) é a que fornece mais peso à imagem, depois completada por outros pesos laterais, como, a título de exemplo, conseguem ser os objetos com os quais interage a pessoa.

Em consequência a esta centralidade, observamos que as imagens são completamente artificiosas, manipuladas, colocando no primeiro termo do curso visual da celebridade, para depois continuar na ação que faz ou no ambiente que o rodeia. Encontramos também o assunto dos espelhos, que seria um símbolo filiado com o mundo feminino, especialmente como um espaço de sedução da mulher. Como acabamos de acompanhar, trata-se de cenas totalmente artificiais e criadas expressamente, nada as imagens nos lembra em um momento de espontaneidade e naturalidade.

Shields critica a contemporaneidade, destruindo todos os seus papéis injustos e falsas idealizações. Como neste instante posicionado em um começo, a Tyler Shields é o critica visto que sua semelhança com outros fotógrafos ou autores de amplo renome, como Andy Warhol e Helmut Newton. O mesmo acontece com o atrezzo das imagens, que se baseia em acessórios de luxo que só usa pra destrozarlos e provar um ponto de visibilidade que seria cancelada na forma que decide pra elaborar o seu discurso.