Urkullu Denúncia Que É “Definitivamente Lamentável” O Fracasso Do Pacto De Investidura De Sánchez

A estreia do novo objeto de ressonância magnética também possui vindo a conselheira de Saúde, Nekane Murga. Uma nova aquisição para o Serviço basco de Saúde que, conforme explicou o lehendakari, “vai facilitar um diagnóstico mais precoce e preciso em diferentes patologias, com especial interesse no âmbito da oncologia”. E e também aperfeiçoar o serviço de diagnóstico por imagem, permite fazer até 10.000 exames anuais.

Os resultados foram uma decepção para tal, o líder regionalista que pensou em abandonar a política. Na assembleia, embora o candidato socialista foi o mais votado, Hormaechea foi eleito presidente, com o apoio do Partido Popular. Poucos meses após realizadas as eleições, em novembro de 1991, tornou-se público que Hormaechea, teu vice-presidente e 8 antigos conselheiros seriam processados pelo TSJC acusados de peculato e excesso de poder. A deterioração da situação institucional, que culminou com as eleições gerais de junho de 1993, em que Hormaechea competiu com o Partido Popular, apesar de ter determinado de forma diferente.

Pela primeira vez na sua história, o PRC decidiu exibir uma candidatura ao Congresso, que teve pouco sucesso (dezoito 608 votos, 5,65% em Portugal), pelo motivo de ficou em quinto lugar, sem comprar representação. O 5 de janeiro de 1994, o partido socialista voltou a expor uma moção de censura que, novamente, fracassou, só sendo apoiada pelo PSOE e o PRC.

O tribunal declarou provados, entre outros dados, que Hormaechea tinha pago com fundos públicos vários anúncios e cunhas de publicidade atacando e ofendendo a inimigos políticos. No método de alternativa do novo presidente, o PRC apresentou-se como candidato Miguel Ángel Revilla, recebendo o suporte do partido majoritário na câmara, o partido socialista, que favorecia uma saída intermediária pra decadência.

Revilla, propôs a fabricação de um governo técnico que gestionara da comunidade até as eleições. Porém, o candidato regionalista apenas descreveu com o suporte do PSOE, que Revilla não foi eleito presidente. A rejeição da câmara, o candidato do Partido Popular fez com que Hormaechea seguisse à frente do governo até o desfecho da legislatura. As eleições de 1995, representando o início de um ciclo de normalização institucional em Cantabria.

O Partido Popular venceu as eleições, no entanto muito retirado da maioria absoluta -treze lugares—. O PRC, outra vez com Miguel Ángel Revilla como candidato a presidente, conseguiu um notável avanço, uma vez que mais do que dobrou seus votos, passando de dois para seis lugares.

O novo governo, que estava a uma vaga abaixo da maioria absoluta, fixou o objectivo de normalizar a existência política e institucional da comunidade. Falta de maioria, o governo teve de vir a acordos com o resto das forças políticas, conseguindo seus objetivos, conseguindo uma constância desconhecida nas legislaturas anteriores.

Durante esta legislatura, todos os partidos presentes no Parlamento concordaram em proceder à reforma do estatuto de independência, de modo que igualasse o teto de eficiência de Cantabria ao do resto das comunidades autónomas. O Parlamento desenvolveu uma palestra de cinco membros, um por cada partido representado pela câmara, que começou seus trabalhos em abril de 1996. Rafael da Serra foi o representante regionalista. Entre as transformações introduzidas estava a consideração de Cantabria como “comunidade histórica” ou a exclusão da possibilidade de incorporar-se a outra comunidade autônoma de fronteira —em fonte a Castela e Leão—.

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  • (1986). “Dicionário de história, história e geografia.”. Ed. Porrúa. México, 1 (1)
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A Assembleia Regional da Cantábria passava a denominar-se Parlamento de portugal e o Conselho de Governo ficava no Governo simplesmente. Após esta reforma, Cantabria ganhou as transferências em matéria de educação e de saúde, as duas disputas de maior nível orçamental e influência social.

Também durante esta legislatura aconteceu em outros movimentos políticos que afetaram o PRC. Assim, a desintegração da UPCA produziu um envio de cargos públicos ao Partido Popular e, bem como, ao PRC: vereadores de 11 municípios, entre eles 7 prefeitos, deixaram a UPCA e passaram para o partido regionalista. A prefeitura mais essencial do que passou para o PRC foi a de Castro Urdiales.