Obras De Salustio Em Domínio Público

Σαλούστιος, Amiternum, 86 a. Pelo seu serviço, é considerado como um dos mais significativas historiadores latinos do século I a. C. e de toda a latinidade. Pertencente a uma família plebéia, Salustio nasceu em Amiternum 1 de outubro do ano de 86 a. C. Teve uma infância e juventude doentias.

Sua família mudou-se cedo para Roma, onde Salustio pôde iniciar sua carreira política. Sede ego adulescentulus initio, sicuti plerique, studio ad rem publicam latus sum ibique mihi multa advorsa for. Mas eu, desde muito jovem, como vários me dediquei à política por hobby e lá tive muitas experiências negativas.

De fato, em seus escritos, vai ser muito crítico com a corrupção dos costumes, que tinha tido ocasião de observar ao longo da tua formação em Roma, lamentando a perda dos valores antigos (pristinae virtutes) do público romano. Venceu as eleições pra questor do ano 54 a. C. e foi eleito tribuno da plebe em 52 a. C., o mesmo ano em que Clódio foi assassinado em uma disputa de estrada pelos seguidores de Milo.

porém, não seguiu uma carreira política normal, visto que pulou em imensos cargos. Isto se poderá dever a sua situação de homo novus (plebeu que acessa os encargos próprios dos patrícios) e sua proximidade com Júlio César. Mesmo se especula sobre uma possível relação de clientela com Marco Licínio Crasso, que lhe tivesse aberto as portas pra cargos políticos e que lhe teria confiado informações que emprega em tuas obras. Em 52 a. C. foi tribuno da plebe, propriamente o ano em que Públio Clódio Pulcro foi assassinado por Milo.

em vista disso, o local em Roma estava tenso devido à guerra entre seus soldados e famosos, que havia se convertendo verdadeiras brigas entre gangues armadas. César propôs-se como líder da facção popular, ainda que a competição contra os gauleses mantinha afastado. Salustio pegou seu jogo e se opôs a Milo, e com ele a Cícero.

acredita-Se também que Milo era contrário à Salustio, por motivos pessoais: anos antes, havia sido espantado a cometer adultério com a mulher de Milo, crime pelo qual havia sido fustigado e pagar uma multa. No procedimento por homicídio, Cícero defendeu a Milo, todavia não conseguiu pronunciar seu discurso de agradecimento pelo tumulto da multidão e por horror dos colegas de Clódio, que se encontravam no fórum. Milo foi condenado ao exílio.

No ano 51. C., Salustio foi eleito senador, onde manteve o apoio que deu ao partido de César pela luta contra Pompeu. Não obstante a tua amizade com César, um ano depois, foi expulso do Senado pelo censor Ápio Cláudio Pulcro, sob a acusação de imoralidade importante.

  1. Por comprometer-se a auxiliar contra a Venezuela
  2. Coluna de Carola Ramón-Berjano
  3. vince e seis de outubro
  4. Toyota Motor Manufacturing Kentucky, Georgetown (Kentucky) – Camry e Avalon
  5. Subida do salário mínimo mais grande em democracia
  6. 2 Clima mediterrâneo da costa
  7. Laia diz
  8. 49 horas. Pique não vai abdicar da seleção

Parece que se tratou mais de uma vingança política operada por cota da oligarquia senatorial, e em peculiar por Ápio Cláudio e por Lúcio Calpúrnio Pisão, censores daquele ano, que, além do mais, eram declarados pompeyanos. Imediatamente depois da expulsão do senado, Salustio dirigiu-se pra itália, pra localizar-se com César, sempre que esse se preparava pra completar a sua campanha militar contra os gauleses. Em seguida, Salustio esteve próximo a César durante a disputa civil do 49. C. Nesse mesmo ano, e sem sombra de dúvida devido à intervenção do mesmo César, foi reinstaurado no Senado.

Ao longo do ano de quarenta e seis a. C. exerceu o cargo de pretor, acompanhando César, em sua campanha de África. Exerceu alguns sérias encomendas militares, em típico o endereço de uma bem sucedida expedição contra a ilha de Cercina (depois Chergui) no arquipélago das Kerkennah, ocupada pelos pompeyanos. A ideia era tirar-lhes as reservas de trigo. Nesse mesmo ano participou da derrota competente dos restos dos partidários de Pompeu Tapso.

Como recompensa por causa de seus serviços, Salustio foi reconfirmado como pretor e nomeado governador da província de África Nova como governador. Ao longo dos 18 meses de seu mandato, ele poderia, de acordo com o hábito do tempo, enriquecer-se sem proporção, apoderando-se das riquezas do último rei númida Juba I e cometendo toda sorte de corrupção financeira sobre as entradas públicas. Seu mau governo valeu-lhe, no seu retorno a Roma, a acusação de repetundis. Acusado outra vez de concussão, conseguiu com grande problema de impossibilitar a condenação, entretanto a tua carreira política, irremediavelmente comprometida após esse episódio, poderia ser considerada como concluída.